Já fazíamos software para hospital muito antes disto aqui
Somos uma empresa de software com inteligência artificial, e trabalhamos no setor de saúde antes de existir a Plantonizei. Foram outras soluções entregues para a operação hospitalar — cada uma resolvendo um pedaço do que acontece dentro de uma instituição, e cada uma ensinando a mesma coisa: em saúde, sistema que ignora a rotina de quem opera não é adotado, é contornado. A Plantonizei nasceu do problema que nenhuma dessas soluções alcançava, e que reaparecia em toda instituição: escala, plantão cumprido e pagamento sendo três verdades diferentes sobre o mesmo turno, cada uma num lugar, conferidas à mão no fim do mês. É desse ponto que este produto parte.

Como chegamos até aqui
A ordem importa: o conhecimento do setor veio antes do produto, e é ele que decide o que entra em cada tela.
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Começamos em software para saúde, não em plantão
Antes da Plantonizei, o time já construía sistema para o setor desde 2020 — prontuário, gestão assistencial e integração entre sistemas hospitalares. É de lá que vem o que mais importa aqui: saber que dado de saúde tem regra própria, e que software hospitalar que ignora isso não passa da primeira auditoria.
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A Plantonizei não é o primeiro produto
Vieram antes o IDdoc.ai, que verifica CRM, especialidade e documentos do médico; a Clinidata.ai, que automatiza elegibilidade e autorização nos portais dos convênios; e a Aleevia, que audita e concilia o ciclo de receita da instituição. Cada uma resolveu um pedaço da operação hospitalar, e todas ensinaram a mesma lição: o sistema que a equipe adota é o que reduz trabalho no primeiro dia, não o que promete transformação no primeiro ano.
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Usamos IA onde ela responde por si
Somos uma empresa de tecnologia com IA, e ela entra onde dá para conferir o resultado: sugestão de cobertura a partir do histórico da unidade, leitura de escala vinda de planilha, conferência de divergência entre plantão registrado e plantão pago. Em todos esses casos, quem confirma é uma pessoa.
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A Plantonizei nasceu do que não tinha solução
Em toda instituição atendida, a escala continuava no grupo de mensagens e o pagamento numa planilha à parte. Não era falta de sistema: era falta de um sistema em que turno, cumprimento e valor fossem a mesma informação. Foi o que faltava, e é o que estamos construindo.
Onde a IA trabalha dentro do produto
Ela não decide escala nem aprova pagamento. Entra onde há repetição e conferência — e o que ela propõe, uma pessoa confirma.
Sugestão de cobertura para a vaga aberta
A partir do histórico da unidade — quem já cumpriu aquele turno, quem tem a especialidade, quem costuma aceitar naquele dia da semana —, a plataforma propõe nomes para a vaga descoberta em vez de deixar a coordenação começar do zero no grupo de mensagens.
Leitura da escala que já existe em planilha
Nenhuma instituição começa do zero: a escala do mês vem num arquivo com o formato que aquela equipe inventou. A IA lê esse arquivo e o transforma em turnos com data, unidade e responsável, o que tira a digitação manual do caminho da implantação.
Conferência entre o que foi cumprido e o que foi pago
O cruzamento entre plantão registrado, troca aprovada e lançamento financeiro é o trabalho que hoje consome o fim do mês. A plataforma aponta a divergência — turno cumprido sem lançamento, valor que não bate com a regra — para uma pessoa decidir.
A confirmação é sempre de uma pessoa
Nada do que a IA sugere entra em vigor sozinho. Escala publicada, troca aceita e pagamento liberado passam por confirmação humana, com registro de quem confirmou. Numa operação assistencial, automação sem responsável é risco, não eficiência.